IMAGINE CUTE - NIALL HORAN

IMAGINE COM NIALL HORAN                Fechei
a porta de casa com calma, imaginando que S/n já estaria dormindo, já era uma
da manhã quando a reunião acabou, e agora já era quase duas. Ouvi o som de uma
musica vindo da cozinha, olhei pro local e a luz estava ligada. Estranhei,
tirei os sapatos com a meia e o casaco que usava pelo frio que estava fora de
casa. Andei com calma até o lugar que vinha a música, com até um pouco de
receio do que entraria. Cheguei na porta e realmente aquilo era melhor do que o
meu pensamento mais positivo podia imaginar. S/n cantava alta a musica que saia
do seu celular, enquanto fazia algo no fogão. Ela usava uma camiseta de manga
minha, e mesmo ficando grande. Dava pra ter uma visão clara de sua calcinha
rosa clara. S/n não notava a minha presença e continuava rebolando. Fui dando
passos largos e silenciosos para que ela não ouvisse, e ela estava tão
empolgada que não ouviu. Cheguei bem perto dela colocando as minhas mãos em sua
cintura e sussurrando em seu ouvido                -O
que uma senhorita tão bela e indefesa faz acordada uma hora dessas?- senti S/n
perder o ar assustada, mas antes que eu pudesse ter qualquer reação S/n se
virou com uma faca apontada pra minha direção com o olhar apavorado. Minhas única
reação foi tirar as mãos de sua cintura rápido a olhando também assustado com
as mãos para o alto                -AI
QUE SUSTO GAROTO! - S/n gritou comigo soltando a faca na pia, ao lado do fogão
e me abraçando pela cintura                -Que
susto digo eu, você quase me enfiou uma faca- eu ainda estava meio apavorado
mas à abraçava de volta.                 -Bem
feito. -S/n continha o riso, soltando-se de meus braços- o que você esperava?                -Qualquer
coisa, menos uma faca em mim!!! -S/n segurava o riso enquanto eu provavelmente
ainda estava com cara de assustado                -Não
são assim tão indefesa amorzinho- S/n se esticou dando um leve selinho em meus
lábios. Ela se virou novamente pro fogão                -E
o que a senhorita defensora da própria bunda está fazendo                -Defensora
dá própria bunda? -S/n olhou pra mim por cima dos ombros segurando o riso                -Era
pra lá que eu tava olhando..                -Brigadeiro-
ela negava com a cabeça enquanto eu voltava minhas mãos à sua cintura. S/n
desligou o fogo se virando pra mim novamente pra mim                -Como
foi a reunião?                -
Talvez um pouco estressante. -S/n sorriu de lado pra mim                -Algo
que eu possa ajudar? -os braços de S/n envolveram meu pescoço enquanto ela
ainda sorria de lado                -Quando
você não pode ajudar? -Apertei um pouco sua cintura sentindo o corpo de S/n
arquear um pouco enquanto seu sorriso abria. Suas mãos seguraram meu rosto
puxando-me para um beijo. Dobrei um pouco minhas pernas levando minhas mãos de
sua cintura puxando a pra cima. S/n envolveu suas pernas em meu quadril,
conforme o planejado. Minhas mãos foram pra sua bunda, segurando-a com firmeza.
Enquanto eu fazia o caminho pro quarto, S/n mordiscava meu pescoço, dando leves
chupões seguido de leves beijos molhados, rebolando o quadril fazendo meu
membro ir ficando um pouco mais rígido .                 Chegando
no quarto soltei-a empurrando seu corpo de leve pra parede do mesmo, fazendo-a
arfar. Puxei sua perna direita segurando sua coxa e ela envolveu a mesma em meu
quadril, fazendo nossas intimidades se chocarem bruscamente o que fez ambos
soltarem um quase gemido.  Puxei seu rosto a beijando novamente enquanto
puxava seu cabelo.                 As
mãos de S/n foram pra barra de minha blusa puxando-a pra cima quase de qualquer
maneira. O beijo foi partido para a blusa ser tirada completamente,
aproveitei pra tirar também a blusa que ela vestia subindo minha mão com calma
fazendo-a arrepiar.                -Niall..
-suas mãos foram para o meu cabelo no momento que apertei seu peito esquerdo.
Dei atenção ao seu seio direito enquanto ela levava a mão ao cós de minha
calça. Sua mão parou ali assim que comecei com movimentos circulares com a
língua enquanto segurava sua cintura. S/n se contorcia conforme eu aumentasse
ou diminuísse a velocidade da minha língua em seu seio.                 Voltei
a seus lábios enquanto ela abria minha calça e sem nem se dar o trabalho de
abaixar muito a mesma apertou meu membro fazendo com que eu perdesse o ar por
alguns segundos mas logo voltasse a estimulá-la. Levei minha mão esquerda até
sua intimidade segurando S/n pela cintura com a direita. Seus movimentos em meu
membro ficaram mais intensos o que me fez fazer o mesmo. Eu estava quase lá
quando ela simplesmente parou segurando minha mão para que eu fizesse o mesmo.
Ela respirava forte e descompassando.                 -Por
favor. -ela quase  suplicava. Á puxei novamente, empurrando-a pra cama. A
olhei por um tempo e logo me veio a idéia. Dei as costas e fui em direção a
cozinha ouvindo S/n me gritar quase que desesperada. Ouvi seus passos atrás de
mim tão desesperados quanto sua voz. Ela ainda estava com a calcinha mas sem
nada por cima. A puxei mais uma vez fazendo-a suspirar novamente. Coloquei S/n
sentada na bancada me virando e pegando a panela do doce, ela me olhou
estranhando enquanto eu sorria pra ela. Puxei sua calcinha com calma,
arrepiando cada pelo de sua perna me fazendo sorrir. Abri um pouco sua perna
forçando a se deitar na bancada que provavelmente estaria gelada. Com uma
colher peguei um pouco do brigadeiro ainda morno jogado em sua barriga. Lambi
de uma vez só fazendo-a arfar.                 Repeti
o processo mais próximo de sua virilha, tendo um resultado um pouco mais
intenso.                 Passei
meus dedos no brigadeiro enquanto ela ainda olhava me olhava apertando o vazio
com as mãos. Estendi minha mão esquerda para ela, que apertou forte quando
coloquei meus dedos dentro dela enquanto fazia movimentos circulares em torno
de seu clitóris. Depois de um tempo gemendo baixinho, minha língua tocou em um
ponto seu que a fez gritar.                 -Acho
que encontrei um ponto importante. S/n ainda apertava minha mão e apertava cada
fez mais forte. Depois de mais algumas provocações senti sua intimidade
começando a se contrair. Parei da mesma forma.                -PUTA.QUE.PARIU.NIALL.
-Ela se levantou com pressa da bancada. -ANDA.LOGO. -Seu olhar pulsava de luxúria
e minha única reação foi a puxar para mais perto enfiando meu membro com tudo
em sua intimidade fazendo a arfar e rapidamente gozar. Em mais algumas
estocadas eu estava da mesma forma. Ambos respirando forte. Eu ainda segurava
sua cintura com força enquanto ela se segurava em meu pescoço suspirando em meu
ouvido.                -Ótima
idéia para o uso de brigadeiro. -Ela disse sussurrando meu ouvido mordendo o
lóbulo de minha orelha em seguida. -muito criativo esse meu namorado.                -Muito
gostosa essa minha namorada disse apertando sua bunda, sentando-a novamente na
bancada enquanto ela ficava vermelha.
Créditos (one-shots-da-1d.tumblr.com)
 
— Espera S/n, você não pode me deixar sozinho com ela. — Falei seguindo a minha esposa pela casa enquanto ela se arrumava às pressas para ir à uma reunião marcada de última hora. — Darcy me odeia, entendeu? O-D-E-I-A!
— Niall… Ela só tem quatro anos, e ela não te odeia, só não está acostumada com a presença do pai em casa. Se você passar mais tempo com ela, com certeza vai perceber o quanto Darcy te ama. E é só hoje, eu juro. Se a Mrs. Tegan não estivesse doente, eu deixava Darcy com a babá. — Disse calçando os saltos altos e indo se observar no espelho.
— E porque você não leva ela com você? — Perguntei inocentemente e recebi um olhar mortal.
— Muito engraçado, né Horan? Na hora da transa você só preocupa com o seu prazer, mas quando é para cuidar da própria filha, nem liga para ela. — Abri a boca para falar, mas logo fui cortado. — Eu cuidei de Darcy todos os dias enquanto você estava em turnê, e nunca reclamei. Cuidar um dia dela não vai te matar. Na geladeira está todas as instruções do que ela deve comer no café-da-manhã e o que ela tem que levar de lanche na escola. Aliás, ela tem que estar lá até às 11:30. Agora eu preciso ir, já estou atrasada. Eu volto mais tarde, amo vocês - (S/n) se despediu às pressas de mim selando os nossos lábios e logo saiu trancando a porta atrás de si e me deixando sozinho e sem reação naquela casa.
Olhei ao redor pensando como eu faria para cuidar da pequena assim que ela acordasse naquele dia frio. Já eram quase oito horas, Darcy logo acordaria perguntando pela mãe e pedindo sua mamadeira, mas hoje cabia a mim preparar o seu café-da-manhã. Li as instruções que S/n havia deixado num papel na porta da geladeira:
“Café da manhã
• Mamadeira: 200 ml de leite e 1 colher de achocolatado
•1/2 maçã.
Lanche da escola
• 200 ml de suco natural
• Bolacha integral
• Banana”
Fiz conforme estava escrito no papel, preparei a mamadeira e deixei na água quente para manter morno até a hora que Darcy acordasse. Eu estava cortando a maçã, quando eu ouvi passos leves vindo atrás de mim.
— Mamã? — Darcy disse adentrando a cozinha à procura da mãe. Ela vestia seu pijama de panda, e estava com seu cabelo todo bagunçado, coçando seus pequenos olhinhos azuis. Estava com a cara inchada de sono, mas mesmo assim tinha a sua fofura. — Cadê a mamã? — Perguntou cutucando a minha perna.
— Mamãe teve que sair. — Falei me agachando para ficar da sua altura, e vi sua feição ficar triste. — Hey, não fica assim meu amor, ela vai voltar mais tarde. — Acariciei sua bochecha num ato tentando transmitir segurança. — Mas pense pelo lado bom, eu vou passar o dia com você, isso não é legal? — Eu a vi negar com a cabeça. — Não? Mas porque não?
— Porque você não é a mamã. — Darcy disse olhando para os próprios pés.
— É, eu não sou a mamãe. — Falei visivelmente triste em saber que Darcy não havia gostado da ideia de eu passar o dia com ela. — Mas eu aposto que hoje vai ser o dia vai ser tão legal quanto os dias que você passa com a mamãe, sabe porque? — Darcy negou. — Porque eu vou brincar muito com você, e vamos fazer muita bagunça! — Joguei os braços para o alto tentando animá-la, mas ela apenas deu de ombros, sem animo. — Vamos tomar café da manhã, então? Quer a sua mamadeira? — Ela apenas assentiu estendendo os braços para cima e logo pegando a mamadeira de minhas mãos e começando a beber com vontade.
— Vem cá para comer a maçã Darcy, vem! — Puxei a cadeira me sentando próximo a Darcy e lhe oferecendo um pedaço da fruta que foi negada. — Você não quer maçã, Darcy? — Ela negou novamente. — Mas você tem que comer alguma coisa. — Darcy balançou a cabeça de novo. — Então o que você quer comer? Banana? Mingau? Iogurte? Sanduíche? — A cada vez que eu sugeria alguma coisa, ela negava novamente. — Que tal panquecas? — Assentiu animada e dando um pulo. — Panquecas? Mas a mamãe não falou nada de panquecas para eu dar para você. — Expliquei  e vi seus olhos começarem a ficar marejados, e… Oh não! Choro não! Ver Darcy chorando, com os olhinhos azuis se encherem de lágrimas, sempre me cortava o coração, eu não gostava de vê-la daquele jeito, sofrendo por algo. — Tudo bem, eu faço panquecas para você. — Falei enxugando as suas lágrimas e vi um sorriso brotar em seu rosto. — Vai lá na sala assistir desenho e daqui a pouco eu te chamo.
Enquanto eu preparava as panquecas, colocando a massa para fritar, eu escutava o som da televisão vindo da sala de estar. Ás vezes, era possível escutar a voz de Darcy repetindo as falas dos personagens ou então dando risada. Ao ouvir um barulho diferente, de algo caindo no chão e um grito agudo, corri para a sala apressadamente deixando as panquecas no fogo.
— O quê aconteceu aqui?! — Perguntei varrendo os olhos pela sala à procura de algo quebrado. — Darcy! — Corri para o lado de seu corpo caído no chão. — O que você fez?
— Eu queria pegar aquele filme da Pequena Sereia. — Darcy falou com sua voz manhosa. — Aí eu subi aqui, aí quando eu peguei o filme o quadro caiu em cima de mim. — Apontou para a estante ao lado da TV e depois pro chão aonde se encontrava um quadro aos cacos de vidro espalhados pelo piso.
— Darcy… Quantas vezes eu e a sua mãe temos que te dizer para não subir nos móveis, hein? Já pensou se você tivesse se machucado feio? Se queria pegar o filme, você podia me chamar. — Eu a repreendi.
— Desculpa. — Sussurrou arrependida olhando para os seus pés.
— Tá desculpada, mas nunca mais faça isso, okay? — Perguntei levantando seu rosto e eu a vi assentir. Beijei a sua testa e quando eu me pus de pé, senti um cheiro estranho. Um cheiro de massa queimada. — Droga! As panquecas!
Corri de volta para a cozinha, e me deparei com a frigideira em cima do fogão pegando fogo. Peguei um pano úmido, e fui batendo contra as chamas, tentando apagar o fogo. Depois de alguns minutos, logo a fumaça branca foi aparecendo, sinal de que as chamas já estavam apagadas.
— Não tem panqueca? — Darcy perguntou ao meu lado.
— Não meu amor.
— Mas eu queria…
— Mas tá tudo queimado, Darcy, não dá para comer. — Expliquei. — E agora? O que eu vou fazer para você comer?
— Hm… — Darcy fez pose de pensadora. — Cupcakes! — Gritou feliz.
— Cupcakes? Tem certeza? — Ela assentiu feliz. — Então a senhorita vai me ajudar, ok? Você vai ser a ajudante do chefe.
— EBAAA!!!! — Comemorou animada com a ideia.
Darcy me ajudava a mexer a mistura do cupcake enquanto eu adicionava os ingredientes na vasilhas. Farinha, leite, ovos, margarina, achocolatado, fermento… Quando a massa ficou pronta, colocamos na forma de cupcakes e levamos aos forno. Enquanto esperávamos os bolinhos assarem, começamos a fazer a cobertura de chocolate.
— Deixa eu lamber a colher papai? — Ela perguntou com os olhinhos brilhando.
— Pode, mas só depois que eu acabar de passar a cobertura nos bolinhos. — Darcy esperou pacientemente até eu passar  o chocolate nos bolinhos, quando eu terminei, deixei a assadeira na bancada da copa para esfriar, e dei a colher e a vasilha que continha a cobertura para ela lamber. — Tá bom aí?
— Uma delícia! — Disse ela sentada em cima da bancada, com o rosto todo lambuzado de chocolate, me fazendo rir.
— Deixa eu experimentar? — Darcy estendeu a colher próximo a minha boca e deixou sujar o meu queixo com a cobertura sorrindo sapeca com a língua entre os dentes. — Então é assim mocinha? — Sujei o meu dedo na colher e passei o chocolate em seu nariz.
— Meu nariz papai! Hahaha — Ela gritou rindo e franzindo o nariz. — Ó! Tá sujo! Você vai limpar. — Falou fazendo bico e cruzando os braços.
— Tá bom, tá bom, eu limpo. — Fiz menção de limpar o nariz, mas daí num ato rápido, levei minha mão para a região de seu pescoço, fazendo cócegas naquela região e arrancando uma risada gostosa dela.
— Hahaha! Papai, para hahaha — Darcy tentava falar entre seus risos.
— Só se você falar que eu sou o pai mais bonito de todo o mundo. — Disse ainda fazendo cócegas nela.
— Tá bom, eu falo hahaha! — Ela já estava quase ficando vermelha de tanto rir. — Você… É… O pai mais… Para! … Mais bonito e mais legal! Hahaha Pronto! Falei! — Disse entre suspiros para recuperar o fôlego.
— Mais bonito e mais legal? — Perguntei surpreso.
— Sim. Eu sinto falta de você papai. — Darcy falou envergonhada. — Quando eu vejo os papais dos meus coleguinhas levando eles para a escola, eu fico triste. Eu fico triste porque você sempre tá viajando, sempre longe de mim. Eu sinto falta de quando você lia histórias pra eu dormir, pra brincar comigo de Castelo Encantado, pra me levar na casa da vovó Maura…
Conforme Darcy ia contando das coisas que ela fazia comigo e sentia falta, meu coração ia se apertando cada vez mais. Eu percebia o quanto eu tinha me afastado dela sem que eu percebesse. Como eu só me concentrava no meu trabalho e deixava de lado os momentos que tínhamos juntos. Eu tinha perdido grande parte de sua infância já. Darcy já tinha quase cinco anos, os quais eu tinha presenciado poucos momentos. Eu já tinha perdido várias apresentações suas na escola por eu estar viajando, eu não vi quando seu primeiro dentinho caiu, quando ela aprendeu a falar e andar, tudo por causa da minha carreira. Eu imaginava como ela devia estar se sentindo naquele momento.  Como eu me arrependia do que eu tinha feito! Ou melhor, do que eu não tinha feito. Ela devia estar me odiando naquele momento, e eu precisava conquistar a sua confiança novamente, precisava fazê-la acreditar que eu iria ser um pais mais presente em sua vida de agora em diante. Eu precisava me redimir com ela.
— Darcy… Me desculpa? — Disse arrependido. — Eu sei que o que eu fiz não foi certo, mas eu prometo que daqui para frente, eu vou passar mais tempo com você.  Vou viajar menos, e sempre que eu puder, vou vir visitar você e a mamãe quando eu estiver em turnê. Ou então, você vem viajar comigo, que tal? Você sempre será a minha princezinha! Eu prometo que vou estar mais presente na sua vida daqui pra frente, não vou perder mais nenhuma apresentação sua na escola. O papai também sente muita falta de você quando está longe, meu coração fica bem apertadinho quando sinto saudades tua e da mamãe. E eu não vejo a hora de ter vocês duas em meus braços para abraçar bem forte e beijar muito, muito, muito. — Peguei Darcy em meus braços e fiz como eu falei, abraçando-a entre meus braços e beijando todo o seu rosto. — Você me desculpa?
— Sim papai. — Sorriu alegremente.
— Agora… Que tal nos arrumarmos para ir para a escola, hein? — Perguntei colocando-a  de volta no chão. — Porque hoje, é o papai que vai te levar! EHHH!!!!
— EBAAA!!!! Papai hoje vai me leva-ar, papai hoje vai me leva-ar! — Darcy cantarolou feliz à caminho para o seu quarto.
— Vamos colocar o uniforme Darcy? — Perguntei à ela enquanto a mesma pulava na cama.
— Não. — Falou e continuou pulando. — Não vou de uniforme hoje.
— Então que roupa você quer pôr? — Darcy parou de pular e desceu da cama indo até o guarda-roupa apontando para uma certa roupa.
— Aquela ali! — Peguei o cabide e mostrei à ela.
— Você tem certeza? — Perguntei receoso.

—   Sua mãe vai me matar quando ver você com essa roupa. — Comentei para Darcy enquanto caminhávamos para o portão da sua escola.
— Mas você mesmo disse que eu sou sua princesa papai. — Darcy falou enquanto brincava com o babado do seu vestido de Branca de Neve, sua princesa favorita.
— E é mesmo meu amor. — Beijei a sua testa carinhosamente. — Você é a minha princesa e a mamãe é a nossa rainha.
— E você é o rei do castelo, né papai? Você vai me proteger dos ogros da floresta amaldiçoada, e vai me levar no altar pra eu casar com o príncipe encantado, né? — Perguntou sonhadora.
— É Darcy, mas você só vai casar daqui uns… Quarenta, cinquenta anos, ok?  
— Ok papai hahaha. — Logo o sinal da escola bateu e Darcy saiu correndo para entrar na sua sala de aula, mas antes disso, eu a chamei.
— Darcy! — Ela se virou e correu de volta na minha direção. — Não esqueceu de algo não?
— Ah, claro! — Sorriu sapeca e beijou a minha bochecha fazendo um estalo. — Tchau papai, eu te amo.
— Eu também te amo, minha pequena Branca de Neve. — Abracei ela pela última vez e depois ela logo correu para a sua sala de aula.
É Niall… Você é um pai sortudo!
 
 

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